Eu era louca pelas histórias da Turma da Mônica. Tinha até assinatura pra receber os gibis todo mês. Via filme, peças de teatro, tinha até a Estrelinha Mágica. Época boa, né ?
A Mônica faz 50 anos e a peça infantil "Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta", com
os personagens da Turma de Mônica, de Maurício de Souza, estreia neste
sábado (4) homenageando-a.
A superprodução é um musical inspirado no clássico "Romeu e Julieta",
de Shakespeare e conta com mais de cem figurinos assinados pelo
estilista Fause Haten.
A principal característica do figurino é a identidade visual original
mantida em cada personagem na versão shakespeariana. Os looks de Mônica
se mantiveram na cor vermelha, de Cebolinha no verde e Magali no
amarelo. O figurino ficou lindo !
A peça estreia no teatro Geo, na rua Coropés, 88, Pinheiros, São Paulo (SP). Vale a pena conferir !
Uol
Buscapé
quarta-feira, 8 de maio de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Uma grande perda na Moda
Com a notícia da morte da estilista Clô Orozco aos 62 anos, na manhã desta última quinta-feira (28), estilistas, empresários e
editores de moda manifestaram choque e tristeza nas redes sociais. Dona
das marcas Huis Clos e Maria Garcia, a estilista foi um dos principais
nomes da moda contemporânea nacional por suas criações marcadas pelo
minimalismo e arquitetura.
Nos últimos anos, as grifes de Clô passavam por dificuldades financeiras, motivo pelo qual teriam fechado algumas lojas e deixado de participar das edições mais recentes do São Paulo Fashion Week. "Neste momento, é inapropriado falar sobre as causas, pois ainda não temos mais detalhes", informou sua assessoria de imprensa. A estilista foi encontrada morta nesta manhã, em frente ao prédio onde morava no bairro de Higienópolis, em São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma viatura foi deslocada até o local, mas o atendimento foi efetuado pelo SAMU, que constatou o falecimento.
Leia abaixo o que figuras importantes da moda disseram sobre Clô Orozco, outros nomes como a empresária Costanza Pascolato estão abalados demais para se manifestar.
"Estou tão perplexa. A Clô foi uma mulher extremamente bonita e sensível, uma estilista de respeito. A moda perde uma das pessoas que conseguia fazer uma das melhores passarelas do Brasil. Sinto muito que tenha sido de uma maneira tão trágica. Ela passava por uma fase difícil, assim como a moda brasileira está em um momento muito difícil, com esse 'pool' de moda estrangeira invadindo o Brasil. Para as pessoas que fabricam roupa aqui, é um baque. Não dá para competir com quem compra na China e na Índia", disse a veterana crítica de moda Regina Guerreiro, em entrevista ao UOL.
"Estou meio em choque, boba ainda. Não assimilei isso. A Clô era uma pessoa que pensava e vivia elegantemente, e isso ela transferiu com muita propriedade para a moda. Tudo o que ela fazia era uma verdadeira arquitetura de tecidos, tudo de bom gosto, de toque exclusivo e fino, como ela era. A moda da Clô era um reflexo do que ela foi. Para a moda e para os amigos, foi uma perda irreparável", disse de Milão a amiga e cliente fiel Marília Gabriela, em entrevista ao UOL com voz bastante abalada.
"Conheci a Clô em 1978, quando tínhamos ateliê no mesmo prédio, na rua Hungria. Depois, fizemos parte do Núcleo Paulista de Moda. Muito talentosa, uma mulher extremamente racional, dedicada, com visão empresarial e uma excelente diretora criativa. Sempre ia a jantares em seu apartamento, onde ela mesma cozinhava com primor, um refinamento único. Uma mulher que jamais conseguiria viver sem a beleza, a arte e a excelência", lembrou a estilista Gloria Coelho, por meio de sua assessoria de imprensa.
História da Clô:
A estilista Clotilde Maria Orozco de García, conhecida como Clô Orozco, 60, cursou faculdade de sociologia e política, tinha aulas de teatro e por hobby confeccionava peças hippies, que logo se popularizaram entre os colegas. Ela aprendeu a costurar no ateliê de sua tia, na rua Augusta, região central de São Paulo, e, em 1977, fundou a Huis Clos.
O nome da marca é uma referência à peça do filósofo Jean-Paul Sartre, que influenciou os jovens dos anos 1970. A empresa conta atulmente com 200 funcionários, três lojas próprias em São Paulo e está presente em 25 pontos de venda pelo Brasil.
A marca começou a mostrar suas coleções em 1996, na programação do Morumbi Fashion e, posteriormente, do SPFW, onde desfilou de 2004 a 2012. Quando a Huis Clos completou 30 anos, a estilista Sara Kawasaki passou a ser responsável pela direção criativa, enquanto Clô se manteve na direção-geral.
Além da Huis Clos, marca caracterizada pelo cuidado no acabamento e nas construções "clean" em tecidos sofisticados, a estilista ainda tinha a Maria Garcia, de moda jovem, a Clô Orozco, com roupas de festa, e a Vírgula, que propunha coleções de roupas para descansar.
Nos últimos anos, as grifes de Clô passavam por dificuldades financeiras, motivo pelo qual teriam fechado algumas lojas e deixado de participar das edições mais recentes do São Paulo Fashion Week. "Neste momento, é inapropriado falar sobre as causas, pois ainda não temos mais detalhes", informou sua assessoria de imprensa. A estilista foi encontrada morta nesta manhã, em frente ao prédio onde morava no bairro de Higienópolis, em São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma viatura foi deslocada até o local, mas o atendimento foi efetuado pelo SAMU, que constatou o falecimento.
Leia abaixo o que figuras importantes da moda disseram sobre Clô Orozco, outros nomes como a empresária Costanza Pascolato estão abalados demais para se manifestar.
"Estou tão perplexa. A Clô foi uma mulher extremamente bonita e sensível, uma estilista de respeito. A moda perde uma das pessoas que conseguia fazer uma das melhores passarelas do Brasil. Sinto muito que tenha sido de uma maneira tão trágica. Ela passava por uma fase difícil, assim como a moda brasileira está em um momento muito difícil, com esse 'pool' de moda estrangeira invadindo o Brasil. Para as pessoas que fabricam roupa aqui, é um baque. Não dá para competir com quem compra na China e na Índia", disse a veterana crítica de moda Regina Guerreiro, em entrevista ao UOL.
"Estou meio em choque, boba ainda. Não assimilei isso. A Clô era uma pessoa que pensava e vivia elegantemente, e isso ela transferiu com muita propriedade para a moda. Tudo o que ela fazia era uma verdadeira arquitetura de tecidos, tudo de bom gosto, de toque exclusivo e fino, como ela era. A moda da Clô era um reflexo do que ela foi. Para a moda e para os amigos, foi uma perda irreparável", disse de Milão a amiga e cliente fiel Marília Gabriela, em entrevista ao UOL com voz bastante abalada.
"Conheci a Clô em 1978, quando tínhamos ateliê no mesmo prédio, na rua Hungria. Depois, fizemos parte do Núcleo Paulista de Moda. Muito talentosa, uma mulher extremamente racional, dedicada, com visão empresarial e uma excelente diretora criativa. Sempre ia a jantares em seu apartamento, onde ela mesma cozinhava com primor, um refinamento único. Uma mulher que jamais conseguiria viver sem a beleza, a arte e a excelência", lembrou a estilista Gloria Coelho, por meio de sua assessoria de imprensa.
História da Clô:
A estilista Clotilde Maria Orozco de García, conhecida como Clô Orozco, 60, cursou faculdade de sociologia e política, tinha aulas de teatro e por hobby confeccionava peças hippies, que logo se popularizaram entre os colegas. Ela aprendeu a costurar no ateliê de sua tia, na rua Augusta, região central de São Paulo, e, em 1977, fundou a Huis Clos.
O nome da marca é uma referência à peça do filósofo Jean-Paul Sartre, que influenciou os jovens dos anos 1970. A empresa conta atulmente com 200 funcionários, três lojas próprias em São Paulo e está presente em 25 pontos de venda pelo Brasil.
A marca começou a mostrar suas coleções em 1996, na programação do Morumbi Fashion e, posteriormente, do SPFW, onde desfilou de 2004 a 2012. Quando a Huis Clos completou 30 anos, a estilista Sara Kawasaki passou a ser responsável pela direção criativa, enquanto Clô se manteve na direção-geral.
Além da Huis Clos, marca caracterizada pelo cuidado no acabamento e nas construções "clean" em tecidos sofisticados, a estilista ainda tinha a Maria Garcia, de moda jovem, a Clô Orozco, com roupas de festa, e a Vírgula, que propunha coleções de roupas para descansar.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Casacos lindérrimos !
Já se fala em tendência de moda para o inverno, pode ? Não dá nem pra imaginar num calorzão desse que tem feito.
Numa dessas minhas olhadinhas básicas por aí, me deparei com esses casacos para esse próximo inverno e não pude deixar de postar aqui.
Os desfiles apresentados durante o São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio apontam que a peça-chave do próximo inverno é o casaco minimalista.
O modelo de corte reto e seco, não tem lapela, nem gola e o fechamento é discreto, com poucos botões, zíper, ou mesmo sem nada.
Presente na passarela de Vitorino Campos, Gloria Coelho, Têca, Forum e outros, o casaco pode ser combinado de diversas maneiras e, por ser simples, não briga com um look cheio de informações, como estampas, bordados e transparências.
Os casacos ainda podem ser usados em looks monocromáticos, que continuam em alta, assim como os que combinam a mesma estampa em mais de uma peça. As mais ousadas ainda podem apostar nos modelos metalizados e para não esconder a produção, vale jogar a peça sobre os ombros, ao invés de vesti-la. Um charme só !
Numa dessas minhas olhadinhas básicas por aí, me deparei com esses casacos para esse próximo inverno e não pude deixar de postar aqui.
Os desfiles apresentados durante o São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio apontam que a peça-chave do próximo inverno é o casaco minimalista.
O modelo de corte reto e seco, não tem lapela, nem gola e o fechamento é discreto, com poucos botões, zíper, ou mesmo sem nada.
Presente na passarela de Vitorino Campos, Gloria Coelho, Têca, Forum e outros, o casaco pode ser combinado de diversas maneiras e, por ser simples, não briga com um look cheio de informações, como estampas, bordados e transparências.
Os casacos ainda podem ser usados em looks monocromáticos, que continuam em alta, assim como os que combinam a mesma estampa em mais de uma peça. As mais ousadas ainda podem apostar nos modelos metalizados e para não esconder a produção, vale jogar a peça sobre os ombros, ao invés de vesti-la. Um charme só !
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Eles chegaram: com solados nada modestos, creepers ocupam o lugar dos sneakers como modismo para 2013
Esqueça os sneakers com salto embutido que foram febre em 2012. Os novos sapatos-desejo-polêmicos, se depender do que vimos na Couromoda, são os creepers.
Com solado reto de plataforma, muitas vezes chamados de flatform, os creepers têm história que começa nos soldados Segunda Guerra Mundial, passa pelos Teddy Boys londrinos dos anos 1950, os punks dos 1970 e os clubbers dos 1990. Em 2011 o modelo foi ressuscitado pela Prada, replicado por outras marcas e adotado pelos fashionistas - tanto homens quanto mulheres.
Na Couromoda, os creepers aparecem em modelos bicolores, decorados e estampados, em versões tênis ou mocassim, com solados retos e tratorados. E já se firma como o novo modismo para 2013.
Ameiiii !
Com solado reto de plataforma, muitas vezes chamados de flatform, os creepers têm história que começa nos soldados Segunda Guerra Mundial, passa pelos Teddy Boys londrinos dos anos 1950, os punks dos 1970 e os clubbers dos 1990. Em 2011 o modelo foi ressuscitado pela Prada, replicado por outras marcas e adotado pelos fashionistas - tanto homens quanto mulheres.
Na Couromoda, os creepers aparecem em modelos bicolores, decorados e estampados, em versões tênis ou mocassim, com solados retos e tratorados. E já se firma como o novo modismo para 2013.
Ameiiii !
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Nova fase
Boas notícias para o mundo da Moda. Li hoje essa matéria a respeito das novas mudanças na temporada do SPFW, com certeza trará benefícios para todas as pessoas envolvidas. O calendário das duas principais semanas de moda brasileiras mudou. A
partir desta segunda-feira (29), São Paulo Fashion Week e Fashion Rio
passam a ser realizados em outubro, em vez de janeiro, e em março, em
vez de junho. Os desfiles paulistanos dão o pontapé à nova fase, com
apresentação das coleções para o Inverno 2013 nos três próximos dias, em
tendas montadas no Parque Villa Lobos, região oeste da cidade.
A alteração nas datas tem como objetivo alinhar a cadeia produtiva nacional à internacional, que mostra suas novidades à imprensa e aos compradores cerca de um ano antes de as peças chegarem às lojas. "É mais um passo em direção a uma inserção definitiva da moda brasileira no mercado global", justifica Paulo Borges, diretor criativo dos eventos.
Anunciada no fim de março deste ano, a novidade provocou corre-corre entre os estilistas e indústrias do setor, que teriam de produzir suas novas coleções em apenas quatro meses, contra os sete anteriores. Em reportagem publicada pela Folha de S. Paulo, em agosto, as tecelagens se mostravam bastante afetadas. " É mais difícil trabalhar com esse calendário. Não vamos poder ir à Europa ver o que está nas vitrines", dizia Renato Bitter, da malharia e tecelagem Savyon.
O estilista Reinaldo Lourenço, que à época do texto da Folha, reclamava do pouco tempo e dos gastos extras que teria essa nova coleção, já se mostra mais confiante. "As marcas não vão precisar investir tanto antes de os clientes do atacado realizarem seus pedidos. A partir da mudança, os lojistas vão comprar para depois produzirmos e confeccionarmos as peças encomendadas", afirma. Sua ex-mulher e também estilista Gloria Coelho aponta outra questão: "poderemos dar férias coletivas em dezembro para os funcionários, o que não acontecia quando a edição [do SPFW] era em janeiro".
O estilista João Pimenta acredita que a correria vale a pena. "Agora, no começo, é uma confusão boa, porque fazer três coleções em um ano é complicado. Como sou uma marca pequena, acho que sofro mais do que as outras", diz. A saída que alguns encontraram foi mudar a maneira de apresentar as novas peças, fugindo do tradicional desfile. É o caso de Fernanda Yamamoto, que optou pelo formato vídeo. "Foi uma maneira de entrar nesse novo calendário sem aquela trabalheira toda de se fazer um desfile", conta.
Com prazos mais apertados, a programação perdeu alguns nomes de peso, como Animale, Cavalera, Maria Bonita, Pedro Lourenço e, no Rio, Reserva. "Estou chocado de saber que somos a única marca inteiramente masculina que vai se apresentar. Isso é péssimo para o segmento", diz Pimenta.
Para o consumidor final, no entanto, não deve haver alterações, já que a chegada das novas coleções às araras deve manter seu cronograma usual. " Pode gerar um pouco de confusão na cabeça do consumidor, porque a distância entre o que ele vê no desfile e o que vai chegar à loja vai aumentar", explica Fernanda.
Veja abaixo a programação completa e atualizada desta edição de São Paulo Fashion Week.
Dia 29 de outubro, segunda-feira
12h Osklen
15h Ronaldo Fraga
16h Têca por Hêlo Rocha
17h30 FH por Fause Haten
19h Tufi Duek
20h Triton
21h Ellus
Dia 30 de outubro, terça-feira
16h João Pimenta
17h30 Uma Raquel Davidowicz
19h Samuel Cirnansck
20h30 Lino Villaventura
21h30 Colcci
Dia 31 de outubro, quarta-feira
11h30 Gloria Coelho
16h Alexandre Herchcovitch
17h30 Maria Garcia
19h Vitorino Campos
20h15 R. Rosner
21h30 Forum
Dia 1º de novembro, quinta-feira
11h Reinaldo Lourenço
Os estilistas Gloria Coelho e Ronaldo Fraga adiantam croquis com looks que serão apresentados durante o SPFW Inverno 2013
A alteração nas datas tem como objetivo alinhar a cadeia produtiva nacional à internacional, que mostra suas novidades à imprensa e aos compradores cerca de um ano antes de as peças chegarem às lojas. "É mais um passo em direção a uma inserção definitiva da moda brasileira no mercado global", justifica Paulo Borges, diretor criativo dos eventos.
Anunciada no fim de março deste ano, a novidade provocou corre-corre entre os estilistas e indústrias do setor, que teriam de produzir suas novas coleções em apenas quatro meses, contra os sete anteriores. Em reportagem publicada pela Folha de S. Paulo, em agosto, as tecelagens se mostravam bastante afetadas. " É mais difícil trabalhar com esse calendário. Não vamos poder ir à Europa ver o que está nas vitrines", dizia Renato Bitter, da malharia e tecelagem Savyon.
O estilista Reinaldo Lourenço, que à época do texto da Folha, reclamava do pouco tempo e dos gastos extras que teria essa nova coleção, já se mostra mais confiante. "As marcas não vão precisar investir tanto antes de os clientes do atacado realizarem seus pedidos. A partir da mudança, os lojistas vão comprar para depois produzirmos e confeccionarmos as peças encomendadas", afirma. Sua ex-mulher e também estilista Gloria Coelho aponta outra questão: "poderemos dar férias coletivas em dezembro para os funcionários, o que não acontecia quando a edição [do SPFW] era em janeiro".
O estilista João Pimenta acredita que a correria vale a pena. "Agora, no começo, é uma confusão boa, porque fazer três coleções em um ano é complicado. Como sou uma marca pequena, acho que sofro mais do que as outras", diz. A saída que alguns encontraram foi mudar a maneira de apresentar as novas peças, fugindo do tradicional desfile. É o caso de Fernanda Yamamoto, que optou pelo formato vídeo. "Foi uma maneira de entrar nesse novo calendário sem aquela trabalheira toda de se fazer um desfile", conta.
Com prazos mais apertados, a programação perdeu alguns nomes de peso, como Animale, Cavalera, Maria Bonita, Pedro Lourenço e, no Rio, Reserva. "Estou chocado de saber que somos a única marca inteiramente masculina que vai se apresentar. Isso é péssimo para o segmento", diz Pimenta.
Para o consumidor final, no entanto, não deve haver alterações, já que a chegada das novas coleções às araras deve manter seu cronograma usual. " Pode gerar um pouco de confusão na cabeça do consumidor, porque a distância entre o que ele vê no desfile e o que vai chegar à loja vai aumentar", explica Fernanda.
Veja abaixo a programação completa e atualizada desta edição de São Paulo Fashion Week.
Dia 29 de outubro, segunda-feira
12h Osklen
15h Ronaldo Fraga
16h Têca por Hêlo Rocha
17h30 FH por Fause Haten
19h Tufi Duek
20h Triton
21h Ellus
Dia 30 de outubro, terça-feira
16h João Pimenta
17h30 Uma Raquel Davidowicz
19h Samuel Cirnansck
20h30 Lino Villaventura
21h30 Colcci
Dia 31 de outubro, quarta-feira
11h30 Gloria Coelho
16h Alexandre Herchcovitch
17h30 Maria Garcia
19h Vitorino Campos
20h15 R. Rosner
21h30 Forum
Dia 1º de novembro, quinta-feira
11h Reinaldo Lourenço
Os estilistas Gloria Coelho e Ronaldo Fraga adiantam croquis com looks que serão apresentados durante o SPFW Inverno 2013
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Elas voltaram !
Lembram das sandálias gladiadoras ? Elas voltaram numa versão mais inusitada.
Agora não é mais preciso esperar até o inverno para poder usar botas longas e poderosas. Nas passarelas dos desfiles internacionais de Verão 2013, elas voltaram! Mas como os estilistas não pretendem matar ninguém de calor, elas apareceram fresquinhas, em forma de sandálias gladiadoras.
Como tudo na moda volta, as gladiadoras também regressaram como uma das principais tendências das semanas de moda internacionais. Desta vez, elas aparecem mais altas e mais pesadas, se assemelhando bastante às botas.
Os modelos são variados: com saltão, tiras e fivelas, algumas tem uma pegada fetichista, outras são rasteiras e mais delicadas e ainda há as mais fechadas, para os dias mais fresquinhos do verão.
Agora não é mais preciso esperar até o inverno para poder usar botas longas e poderosas. Nas passarelas dos desfiles internacionais de Verão 2013, elas voltaram! Mas como os estilistas não pretendem matar ninguém de calor, elas apareceram fresquinhas, em forma de sandálias gladiadoras.
Como tudo na moda volta, as gladiadoras também regressaram como uma das principais tendências das semanas de moda internacionais. Desta vez, elas aparecem mais altas e mais pesadas, se assemelhando bastante às botas.
Os modelos são variados: com saltão, tiras e fivelas, algumas tem uma pegada fetichista, outras são rasteiras e mais delicadas e ainda há as mais fechadas, para os dias mais fresquinhos do verão.
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